Grupo de Carimbó Som de Pau oco

Em meio à campanha para “tornar” o Carimbó um patrimônio cultural brasileiro, o grupo Som de Pau Oco, formado em 25 de abril de 2009, desponta erguendo a bandeira da valorização e preservação desse ritmo, que é uma das mais antigas manifestações da cultura popular do Estado do Pará.

Foi idealizado a partir da experiência, iniciada em 2007, de inserir-se o aprendizado dos ritmos regionais paraenses e amazônicos no currículo do curso de Percussão do Conservatório Carlos Gomes em Belém-PA.

Muito além da simples retomada de um batuque, o Som de Pau Oco vivencia o Carimbó de uma maneira efetiva, que contagia a todos com sua atmosfera de poesia, alegria, amizade, e amor à natureza deste Estado.

Mesmo num contexto mais urbano, o grupo endossa essa luta, destacando a importância do Carimbó de raiz como expressão cultural e intangí­vel do Pará. Seja no resgate dos grandes Mestres, seja na manutenção e divulgação desta arte popular, seja na propagação dessa arte para novas gerações.

O grupo Som de Pau Oco traz no nome a reverência ao tambor de madeira Curimbó, que em Tupi Guarani, quer dizer pau oco, pau escavado. Além desse instrumento, fazem parte da instrumentação do grupo o clarinete, o milheiro, o banjo, o tambor de onça, o reco-reco, as maracas e as matracas.

As composições do grupo ganham vida a partir dos temas do cotidiano e da inspiração dos batuques da infância. Porém, é nos ensaios de Carimbó que o repertório autoral cresce, ganha corpo, e, ao mesmo tempo, força quando misturado às canções dos grandes mestres: Cupijó, de Cametá; Lucindo, de Marapanim; Verequete, de Icoaraci; entre outros grandes nomes.

Neste curto período de atividades o grupo prepara seu primeiro CD, de material todo autoral, tendo se apresentado em Festivais e Festas como

  • "III e IV Festas do Ritmo da Fundação Carlos Gomes do Pará" 2011 e 2012;
  • "Projeto Música para Todos II" 2011;
  • "V Festival Cultura de Verão da FUNTELPA" 2011;
  • "Pau e Corda do Carimbó” do Grupo Sancari" 2010, 2011, 2012, 2013;
  • "Roda de Carimbó do Espaço Cultural Coisas de Negro" 2010, 2011, 2012 e 2013;
  • "Arrastão do Peixe-Boi" do Instituto Arraial do Pavulagem, 2009.
  • Mostra Terruá Pará 2013


Ofício musical e pesquisa de ritmos percussivos

 

O grupo Som de Pau Oco traz no nome a reverência ao tambor de madeira Curimbó, que em Tupi Guarani, quer dizer pau oco, pau escavado. Além desse instrumento, fazem parte da instrumentação do grupo o clarinete, o saxofone, o milheiro, o banjo, o tambor de onça, o reco-reco, as maracas e as matracas. 

As composições do grupo ganham vida a partir dos temas do cotidiano e da inspiração dos batuques da infância. Porém, é nos ensaios de Carimbó que o repertório autoral cresce, ganha corpo, e, ao mesmo tempo, força quando misturado às canções dos grandes mestres: Cupijó, de Cametá; Lucindo, de Marapanim; Verequete, de Icoaraci; entre outros grandes nomes.

Seguindo uma linha de composição coloquial , espontânea, alegre e, por vezes, jocosa, as canções do Som de Pau Oco falam do cotidiano urbano, como também da diversidade temática presente nas histórias, casos e lendas da região Norte. “A sereia cantou”, por exemplo, de autoria de Edson Douglas e Renato Cardoso, é uma das composições mais empolgantes do grupo Som de Pau Oco. 

 
2013 - Grupo Som de Pau Oco - Belém/PA - Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro
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